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Ciências do Comportamento

O que são as Ciências do Comportamento?

O que são as Ciências do Comportamento? 1400 1980 estagio 2021

A ciência do comportamento é muito ampla e a sua aplicação consegue ir do Marketing ao setor bancário, à saúde ou às políticas governamentais. Muitas marcas e agências parecem não estar muito cientes do quão poderosa a Ciência do Comportamento pode ser, e como a podem usar em seu benefício (Fillipis, Stefania De, 2020).

No passado, a maioria das empresas voltava a sua atenção para a eficiência e para a redução de custos, parecendo sempre haver uma tendência geral para menosprezar a psicologia por trás dos negócios, e parecer mais racionais e empresariais. Mas, hoje em dia, é precisamente na psicologia que as empresas de sucesso estão a apostar mais, e a obter resultados. Isto porque, como explica Stefania De Filipis (2020) no artigo publicado no The Marketing Technologist, a partir do momento em que se percebe o verdadeiro “porquê” das pessoas fazerem o que fazem, já se tem algo em que construir e expandir. O segredo, enquanto marca e empresa, está no foco nas partes do cérebro que não falam. É fundamental chegar ao cerne daquilo que as pessoas realmente desejam, e muitas vezes, o racional não está em sintonia com o emocional.

Uma coisa muito importante a ter em mente é que o comportamento humano é irracional, intuitivo e emocional, e estas características podem ser usadas para encorajar certos comportamentos. Isto leva-nos a outra premissa fundamental, apresentada por John Kamensky, em 2019, no artigo que escreveu para o Government Executive, relativa ao campo desta ciência comportamental – “não podemos presumir que as pessoas tomarão decisões com base em comportamentos racionais”.

Assim sendo, para além de pensar na componente racional e económica dos humanos, Supriya Syal (2018) explica que a ciência comportamental reconhece que há uma limitação do nosso tempo e atenção, e que os nossos recursos mentais não são aptos para processar a informação à nossa volta o tempo todo, pelo que são usadas heurísticas, ou atalhos mentais, para tomar decisões mais eficientes, e que nos podem “levar a decisões que se desviam dos padrões de racionalidade”.

“Os consumidores não pensam como sentem. Eles não dizem o que pensam e não fazem o que dizem.” (Ogilvy, David)

Existe uma lacuna na compreensão de como mudar o comportamento das pessoas. Formuladores de políticas com base racional, como economistas, presumem que os humanos têm preferências bem definidas e conseguem “prever com precisão as consequências das suas ações”. Por outro lado, os psicólogos concluíram que os humanos são antes “impulsivos, cognitivamente preguiçosos, emocionais e com limitações computacionais”. Esta lacuna na compreensão das tendências humanas ocorre quando “as organizações projetam um produto, processos e programas” para pensadores racionais, e não para o comportamento humano real (Kamensky, 2019).

“Não somos máquinas de pensar que sentem, somos máquinas de sentir que pensam” (Damásio, António)

É o campo em evolução das Ciências do Comportamento que compreende as abordagens e técnicas para colmatar esta lacuna.

Compreender os insights fornecidos através da pesquisa comportamental pode ajudar a alavancar uma maior compreensão do comportamento humano, permitindo projetar melhor políticas e programas para evitar predisposições cognitivas. Por outro lado, pode ajudar a alavancar essas predisposições cognitivas precisamente para alcançar os resultados pretendidos com mais eficácia (Kamensky, 2019).

As Ciências do Comportamento são, portanto, aplicadas para perceber todo o potencial dos conhecimentos adquiridos, perceções, predições e descobertas. Observam-se, prevêem-se e mudam-se os comportamentos. Esta ciência permite a personalização para a persona de um usuário, o seu comportamento atual e momentos específicos da sua vida (“Sentiance”, 2019).

O contexto em que o cliente está inserido tem que ser tido em conta nas negociações, apresentando-lhe o conteúdo certo, na altura certa da sua vida. A ciência comportamental entra como ajudante de outras ferramentas no que toca à personalização do produto ou serviço, ao perfil do cliente e a identificar, tanto o seu comportamento atual, como a fase de vida em que este se encontra.

No entanto, é, também, necessário ter em atenção que mudar o comportamento das pessoas não é fácil, devido a várias razões, como:

  • Comportamentos de risco tendem a ser mais divertidos
  • O quotidiano pode ser exaustivo e aborrecido
  • Bons hábitos tendem a ser entediantes
  • Os benefícios a curto-prazo são mais aliciantes que os a longo-prazo

Segundo o blog da organização “Sentiance”, é aqui que as Ciências do Comportamento entram, ao tentar perceber o “porquê” do comportamento do ser humano, de forma a criar as circunstâncias certas para apoiar uma mudança de comportamento, combinando aspetos de várias disciplinas – psicologia, ciência cognitiva e neurociência –, e integrando aspetos comportamentais de outras como a economia, psiquiatria, biologia e lei.

As ciências comportamentais acabam, assim, por oferecer uma compreensão realista do comportamento humano derivada de décadas de pesquisa e bases científicas que medem como as pessoas se comportam realmente. Assim sendo, aumenta a validade dos insights usados para mudar ou influenciar os comportamentos dos consumidores – por exemplo, aumentar o envolvimento do consumidor –, o que leva a um consequente aumento da probabilidade de mudança de comportamento desejada (Syal, 2018). Para além disso, acresce ainda a vantagem de possibilidade de uma maior mitigação de risco, devido à coleta de evidências empíricas antes do lançamento de um produto, serviço ou programa.

Está comprovado que os insights da psicologia em particular estão diretamente relacionados com o aprimoramento das relações e práticas internas e externas ao trabalho. As Ciências do Comportamento são, portanto, um dos principais ativos científicos para compreender a melhoria do local de trabalho.

Esta ciência oferece excelentes recursos de análise e intervenção para qualquer profissional que lida com pessoas, e tem, simultaneamente, um grande impacto na performance empresarial, segundo Marcos Faria, co-fundador da “EIDEA Consultoria e Psicologia”.

De acordo com Supriya Syal (2018), “a inovação baseada nessas ideias e métodos está a enraizar-se cada vez mais em diversas áreas de negócios, desde o marketing até ao design comportamental de produtos e serviços, e à tomada de decisões organizacionais dentro da empresa”.

Analisando de uma perspetiva mais específica, os profissionais de Marketing lidam o tempo todo com o comportamento humano. Cada clique, conversão, ligação, estudo do produto e compra, designa, de facto, um comportamento, e esses interessam a qualquer especialista de Marketing que queira melhorar os seus resultados. Consequentemente, é fundamental que profissionais desta área procurem ampliar os seus conhecimentos sobre o comportamento humano, e entendam como aplicar esses mesmos conhecimentos nas suas estratégias (Faria, Marcos).

Peguemos no exemplo do Inbound Marketing. Nesta área torna-se, também, necessário conciliar os conceitos de ciência do comportamento com publicidade e vendas. Por exemplo, uma campanha deve ter associada a evocação das emoções das pessoas. As melhores estratégias de marketing de conteúdo têm em consideração as emoções dos clientes na fase de atração no topo do funil, fase essa que pertence à jornada do consumidor, e na qual o potencial cliente deseja resolver um problema que faz parte da vida dele. Os problemas vêm acompanhados de emoções como a insatisfação, frustração ou desagrado, o que torna essencial que os conteúdos apresentados devam deixar claro que o negócio entende o problema vivido pelo cliente. Isto vale, da mesma maneira, para o estágio do fundo do funil, no entanto, a ideia é levar emoções positivas ao consumidor e associá-las ao produto, de forma a aumentar a probabilidade do consumidor escolher a solução pretendida.

Tudo isto leva, então, a uma questão importante: o que faz com que os consumidores se mantenham e prossigam o funil de vendas, segundo a Ciência do Comportamento?

De forma a contextualizar, é importante considerar um conceito importante, denominado “Tríplice Contingência”. Este conceito baseia-se numa simples equação:

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Figura 1 – Tríplice Contingência (Fonte: https://rockcontent.com/br/blog/ciencia-do-comportamento/)

Os profissionais de inbound marketing, por exemplo, têm a possibilidade de controlar ou influenciar o Estímulo e a Consequência nesta equação, o que faz com que consigam, indiretamente, controlar o comportamento do cliente.

Para perceber melhor a mesma, é essencial ter uma ideia em que é que cada elemento da equação consiste:

  • Estímulo – é qualquer coisa que evoque um comportamento, como sentir sede, ou uma cal-to-action (CTA).
  • Resposta (ou comportamento) – é qualquer ação que foi evocada por um estímulo, e que provoca alterações no ambiente, como beber água, ou clicar numa CTA.
  • Consequência – é o que o organismo obtém do seu comportamento, como saciar a sede, ou obter um e-book grátis.

No que toca ao Marketing Digital, a possibilidade de obter diversos dados e estatísticas das ações implementadas é um dos seus muitos benefícios, permitindo a verificação daquilo que realmente gera melhores resultados. Em termos da Ciência do Comportamento, esses dados são referentes a quais os estímulos que estão a funcionar ou não numa estratégia. Conferimos, assim, que o estímulo está, de facto, relacionado com a consequência. Para além disso, é pela consequência positiva que o consumidor retorna (Faria, Marcos, 2017).

Podemos, com isto, ver que as Ciências do Comportamento têm impacto e interligação com diversas áreas, e afetam vários atores e ações.

Quando uma empresa se concentra na boa experiência do consumidor e há uma associação positiva à marca, essa empresa está a construir uma experiência de marca, que é o que lhe confere vantagem competitiva (Filippis, Stefania De, 2020). As empresas que desejam e têm a capacidade de alavancar a ciência comportamental para a inovação, beneficiam dessa vantagem competitiva distinta, visto que existe o potencial de mudar fundamentalmente a forma como se projetam as jornadas e experiências do usuário (Syal, 2018).

Em suma, as Ciências do Comportamento procuram preencher a lacuna que há entre a racionalidade e a impulsividade, intuição e emoção dos consumidores, procurando responder a questões como “O que quer?”, “O que sente?”, “Como decide?” e “Porquê?”. É necessário que as empresas e marcas não se foquem somente no explícito do consumidor, e que entendam, simultaneamente, o seu implícito, de maneira a conseguir chegar a eles de forma mais eficaz, projetar melhor políticas e programas para evitar predisposições cognitivas, a mudar comportamentos, a maximizar a personalização do produto/serviço, do perfil do cliente e a identificar o seu comportamento atual.

 

 

 

 

Referências Bibliográficas:

Faria, Marcos (2016/12/17) A ciência do comportamento que Inbound Marketers devem conhecer [Web log post] Retrieved from: https://rockcontent.com/br

Filipis, Stefania De (2020/07/01) Behavioral Science bliss at Niggestock 2020 [Web log post] Retrieved from: https://www.themarketingtechnologist.co/Kamensky, John (2019/07/02) How Behavioral Sciences could improve federal programs [Web log post] Retrieved from: https://www.govexec.com

Sentiance, (2019/04/29) Applied behavioral science and machine learning [Web log post] Retrieved from: https://www.sentiance.com

Syal, Supriya (2018/02/26) Why Behavioural Science is Good for your Business [Web log post] Retrieved from: https://www.greenbook.org

Tiefenbacher, Wanda (2019/09/18) How does behavioral science help improve the workplace? [Web log post] Retrieved from: https://www.ckju.net/en/

 

A Ligação entre a Ciência do Comportamento e a Performance Empresarial

A Ligação entre a Ciência do Comportamento e a Performance Empresarial 1400 1980 estagio 2021

No mundo dos negócios, sempre houve uma tendência geral para deteriorar o papel da psicologia (Filippis, Stefania De, 2020), no entanto, nos tempos que correm, negócios de sucesso focam-se cada vez mais nas ciências comportamentais. Tem vindo a revelar-se fundamental que as organizações procurem ampliar o seu conhecimento sobre o comportamento humano.

Com base no artigo escrito por Stefania De Filippis, publicado no The Marketing Technologist, quando a empresa se concentra na boa experiência do cliente aliada às ciências comportamentais, é construída uma experiência de marca positiva, que revelará o crescimento de vantagem competitiva, ou seja, uma vez que conseguem compreender o porquê do comportamento dos clientes, a probabilidade de os satisfazer é bastante mais elevada e é ganha uma grande vantagem competitiva em relação aos concorrentes. Como mencionado no blog da organização Belga, Sentiance “isto requer negociar para atender às necessidades do cliente no meio do caos da vida quotidiana, e entregar-lhe o conteúdo certo no momento certo”.

No entanto, não é só num contexto externo que a ciência do comportamento se revela cada vez mais importante, a “forte corelação entre a psicologia e a melhoria das relações” (Teifenbancher, Wanda, 2019), ocorre tanto a nível externo como interno, dentro da própria organização, e as práticas em ambiente de trabalho, ainda assim, os comportamentos psicológicos, na maioria das organizações, tendem a ser quase ignorados, mesmo que os princípios comportamentais e psicológicos sejam um fator de importância na cultura organizacional das empresas. No entanto, à medida que as organizações se apercebem do impacto que a ciência comportamental pode causar, são levantadas questões como “Qual das inúmeras ferramentas e perceções da ciência comportamental será mais útil?” e “Como podem ser usados de maneiras significativas e aplicadas para gerar retornos mensurados sobre o investimento?”.

Existem uma série de princípios que podem ser aplicados nas organizações para promover a felicidade, eficiência e produtividade dos funcionários. Muitas vezes, as práticas comportamentais na organização são os comportamentos que os Recursos Humanos ou a liderança promovem entre os trabalhadores da mesma.

Estes princípios, segundo Wanda Teifenbacher, investigadora na área política comportamental, da sociedade civil e da sociologia organizacional, podem ser aplicados tanto a nível prático, na rotina dos trabalhadores, como ao nível da cultura organizacional. Os mais comuns assentam nestes três:

  1. Gestão de Performance

Está provado que a estipulação de objetivos melhora a performance da organização, desse modo, a Gestão de Performance procura promover o aumento do desempenho dos funcionários através do estabelecimento de metas, logicamente alinhadas com os objetivos estratégicos da empresa em questão, a nível individual ou em equipa, com os quais os trabalhadores se identifiquem.

  1. Promoção da Criatividade e da Inovação

Quando a organização permite o entusiasmo, promove a tolerância e dá espaço aos seus funcionários para errar, a criatividade e a inovação tendem a crescer: as pessoas sentem-se confortáveis a pensar “fora da caixa”. A comunicação dentro da empresa deve ser livre de julgamentos para que isso aconteça, os funcionários devem ser ouvidos para que sintam que as suas opiniões são válidas.

Existem, também, certas hostilidades no ambiente empresarial, como a imposição de um dress-code, títulos ou a pressão temporal que é muitas vezes exigida aos funcionários, que matam a criatividade dos mesmos.

  1. Incentivo à Gestão

A irracionalidade humana pode ser usada para encorajar indiretamente certos comportamentos- o incentivo é um fator que promove a produtividade, a inovação e a realização de tarefas eficientemente. Este incentivo pode surgir de várias formas, por exemplo, através da imposição de reuniões de curta duração, da existência de espaços de lazer dentro da empresa ou da introdução de no meeting days, em que o trabalho dos funcionários não é interrompido.

Os princípios psicológicos costumam estar na raiz das práticas comuns de um negócio bem-sucedido. É importante que o bem-estar seja promovido, baseado na compreensão das necessidades e do psicológico do ser humano pois, reconhecer e acomodar a importância da saúde mental dos trabalhadores é vital para o que haja um ambiente de trabalho seguro e saudável.

 

Os processos de aprovação e de liderança implementados para que as ciências do comportamento possam ser aplicadas num meio organizacional dependerão da cultura corporativa da empresa em questão, e da sua capacidade de gestão de risco. Segundo Steve Martin e Antoine Ferrere, autores do artigo “Building Behavioral Science Capability in Your Company” do Harvard Business Review, é importante que a empresa aplique:

  1. Um comité de ética

A ética é uma consideração importante, uma vez que, a ciência comportamental procura compreender, prever e influenciar comportamentos humanos. Um comité de ética, para ser completo e bem estruturado, deve ser comporto por um grupo de pessoas de várias posições e níveis, e que sejam cautelosas (de forma a diminuir os riscos) e, pelo menos uma delas, deve ter uma função jurídica. Os membros devem procurar ter um processo de tomada de decisão transparente e todas as decisões devem ser tomadas com antecedência e de uma forma cuidada.

  1. A envolvência de representantes funcionais

Antes de serem implementadas intervenções a nível comportamental, é importante identificar os colaboradores da organização que poderão ser, negativamente afetadas, e recorrer aos seus gerentes com antecedência. Ao recorrer a estes trabalhadores e aos seus gerentes, acaba por ser economizado tempo no processo de implementação e são evitadas obstruções no que toca à prática de insights nas equipas.

 

As ciências comportamentais começaram a ganhar notoriedade a nível de Recrutamento e seleção há muito pouco tempo. Antes de ser considerado como um fator relevante, a escolha de candidatos ou a promoção de trabalhadores, “restringia-se aos conhecimentos técnicos e à experiência dos indivíduos, a informações presentes no currículo do profissional” (Marques, Danielle, 2020). Nos tempos que correm, a ciência do comportamento é um aliado importante da empresa não só para promover a produtividade dos seus trabalhadores, como é para o recrutamento de novas pessoas para integrar nas suas equipas, é importante que sejam contratadas as pessoas certas, alinhadas com os objetivos e a cultura da empresa, para isso, é importante conhecer os traços de personalidade dos candidatos, para que seja possível prever o seu desempenho no trabalho. Com esse objetivo, é utilizado o Modelo dos 5 fatores de personalidade que exploram a estabilidade emocional, a consciencialização, a extroversão, a amabilidade e a abertura à experiência; outro modelo a ser aplicado é a Metodologia DISC, a partir da qual é possível traçar o perfil comportamental de uma pessoa ou cargo. Esta metodologia assenta na análise dos seguintes fatores comportamentais: Dominance, Influence, Stability & Conformity (Dominância, Influência, Estabilidade e Conformidade).

O uso das características propostas pelos modelos apresentados como estrutura para a integração do trabalhador, ajudam a empregar pessoas com uma grande chance de sucesso.

 

No fundo, as empresas não são mais que um aglomerado de pessoas, dessa forma, é crucial que seja feito um esforço para as compreender, assim como, que sejam implementadas perceções psicológicas e comportamentais na cultura organizacional das empresas, isto irá melhorar a relação entre todos os membros da organização e os seus níveis de produtividade e eficiência irão, consequentemente, aumentar. O impacto será notório, desde o cliente à direção. As empresas que desejam e são capazes de implementar a ciência comportamental para a inovação, irão beneficiar de uma grande vantagem competitiva, um fator que comprova isso é o avanço da tecnologia, à medida que o mundo dos negócios caminha a par com a evolução digital, é de extrema importância “compreender a parte humana na tomada de decisões nas interações homem-computador” (Syal, Supriya 2018).

 

 

 

 

 

 

Referências Bibliográficas:

Filipis, Stefania De (2020/07/01) Behavioral Science bliss at Niggestock 2020 [Web log post] Retrieved from: https://www.themarketingtechnologist.co/

Marques, Danielle (2020/08/10) Gestão do Cimportamento nas Organizações: O que é? [Web log post] Retrieved from: https://www.etalent.com.br/

Martin, Steve & Ferrere, Antoine (2017/12/04) Building Behavioral Science Capability in Your Company [Web log post] Retrieved from: https://www.hbr.org/

Sentiance, (2019/04/29) Applied behavioral science and machine learning [Web log post] Retrieved from: https://www.sentiance.com

Syal, Surpyia (2018/02/26) Why Behavioral Science is Good for your Business [Web log post] Retrieved from: https://www.greenbook.org

Tiefenbacher, Wanda (2019/09/18) How does behavioral science help improve the workplace? [Web log post] Retrieved from: https://www.ckju.net/en/

 

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Master Course Neuromarketing 4.0

Master Course Neuromarketing 4.0 1080 1080 Julien Diogo
O ano de 2020 trouxe incertezas, mutações e uma necessidade crescente de comunicar, comunicar de forma eficaz, envolver, devolver o melhor e mais eficaz produto ou serviço, saber onde e como estar nessa lógica omnichannel que vivemos. 

Face a esta dinâmica móvel, surge o novo Master Course Neuromarketing 4.0, totalmente ministrado à distância via e-learning, com recurso a plataformas colaborativas e ferramentas de sessão síncrona.

Uma oportunidade única de realizar o Master Course em Neuromarketing 4.0 E-Learning. Inscreva-se já e partilhe para Condições Especiais.

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Julien Diogo nas Jornadas de Psicologia

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Julien Diogo, CCO da ICN Agency irá marcar presença nas IX Jornadas de Psicologia da Universidade de Aveiro.

O tema que será debatido assenta nas Tendências do Comportamento do Consumidor, mudanças e vieses para 2021.

O evento realiza-se entre os dias 21 e 23, pelo Núcleo de Estudantes de Psicologia da Associação Académica da Universidade de Aveiro, uma entidade sem fins lucrativos que tem como objetivo dar voz a cada estudante de Psicologia e trabalhar em prol destes.

Veja tudo em https: //jornadaspsicologiaaveiro.wordpress.com

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Fernando Rodrigues no Future of Life, em São Paulo

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Luís Rasquilha, da Inova Business School e Fernando Rodrigues, da ICN Agency, deram vida ao evento Future of Life – o mundo, os negócios e as pessoas em 2100, em São Paulo no passado dia 16 de janeiro.

O evento realizou-se no Auditório GS1 Brasil, em São Paulo, Brasil, contou com cerca de 100 pessoas das mais diversas áreas profissionais.

Luís Rasquilha, especialista em Futuro e Tendências afirmou que “A geração singular – na era da informação onde as pessoas serão classificadas em espécies e não mais por classes, sexos ou idades entender como gerenciar e controlar o Data fará a diferença entre aqueles que saberão navegar nesta nova era e os que ficarão para trás. Uma viagem à descoberta da espécie humana a caminho de 2100”.
Já Fernando Rodrigues, na sua provocação deixou em aberto “Qual vai ser o futuro da vida? Como será o futuro do consumo? E o que pode a Neurociencia ajudar? Vivemos uma cultura da mediocridade, muito porque não percebemos o que realmente nos move, o que move o nosso comportamento no dia-a-dia. A falta de aquisição de novos conhecimentos na nossa mente, vai limitar cada vez mais o nosso autocontrole sobre as decisões.
Uma coisa é certa, a história não tolera o vazio, como afirma Harari, sendo que no futuro iremos procurar a Imortalidade, Felicidade e Divindade, qual o papel da Neurociência Cognitiva Aplicada nesse processo?
Sabendo que “não é o maior, nem o mais forte que sobrevive, mas o que melhor se adapta”, como afirma Charles Darwin, como podemos estar preparados para o futuro? Que competências trabalhar, como trabalhar as mesmas, e como preparar o nosso cérebro para a criatividade, pensamento crítico ou ainda resolução de problemas complexos?”

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Aula integrada no Mestrado em Direção Comercial e Marketing ISAG

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O ICN Agency, na presença do seu COO Julien Diogo, marcou presença no mestrado em Direção Comercial e Marketing, no Instituto Superior de Administração e Gestão – ISAG, na cidade do Porto.

A presença integrou-se numa aula, à convite da Prof. Doutora Cristina Mocetão, na UC de Pesquisa de Mercados.

“É fundamental entender como é possível identificar os estímulos que motivam o comportamento, quais são e o que provocam, o recurso à Neurociência Cognitiva Aplicada é mais um processo de elevado valor”, refere Julien Diogo, COO da ICN Agency.

A ICN Agency e o ISAG tem para Fevereiro agendado o curso de Especialização Neuromarketing nos Negócios, podendo consultar toda a informação em https://www.isag.pt/isag/cursos_geral.FormView?P_CUR_SIGLA=CENMN

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Future of Life – o mundo, os negócios e as pessoas em 2100 no Brasil

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A ICN Agency e a Inova Business School organizam a conferência “Future of Life – o mundo, os negócios e as pessoas em 2100”, como os palestrantes Luís Rasquilha (Inova Business Consulting) e Fernando Rodrigues (ICN Agency), no dia 16 de janeiro, 2020, às 19h30 no auditório GS1 Brasil – Rua Henrique Monteiro nº 79. São Paulo/ SP
Para Luís Rasquilha, especialista em Futuro e Tendências, “A geração singular – na era da informação onde as pessoas serão classificadas em espécies e não mais por classes, sexos ou idades entender como gerenciar e controlar o Data fará a diferença entre aqueles que saberão navegar nesta nova era e os que ficarão para trás. Uma viagem à descoberta da espécie humana a caminho de 2100”
Já para Fernando Rodrigues, a reflexão a ser apresentada no dia recai sobre este pensamento “Qual vai ser o futuro da vida? Como será o futuro do consumo? E o que pode a Neurociencia ajudar? Vivemos uma cultura da mediocridade, muito porque não percebemos o que realmente nos move, o que move o nosso comportamento no dia-a-dia. A falta de aquisição de novos conhecimentos na nossa mente, vai limitar cada vez mais o nosso autocontrole sobre as decisões.
Uma coisa é certa, a história não tolera o vazio, como afirma Harari, sendo que no futuro iremos procurar a Imortalidade, Felicidade e Divindade, qual o papel da Neurociência Cognitiva Aplicada nesse processo?
Sabendo que “não é o maior, nem o mais forte que sobrevive, mas o que melhor se adapta”, como afirma Charles Darwin, como podemos estar preparados para o futuro? Que competências trabalhar, como trabalhar as mesmas, e como preparar o nosso cérebro para a criatividade, pensamento crítico ou ainda resolução de problemas complexos?
Deixaremos Dicas para se preparar para este futuro, que é agora mesmo já o presente.”
Para as inscrições clique em Inscreva-se grátis em: http://www.inovabs.com.br/futureoflife
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ICN Agency no Oceans Global Summit no Porto

ICN Agency no Oceans Global Summit no Porto 820 312 Julien Diogo

A ICN Agency vai marcar presença no Sustainable Brands Oceans, na Alfandega do Porto de 14 a 16 de novembro.

“Estar num evento global desta dimensão é uma honra para nós, e trazer a importância da Neurociência Cognitiva Aplicada à Comunicação Sustentável é uma oportunidade que não poderíamos perder”, diz Fernando Rodrigues, CEO da ICN Agency.

A Master Class irá ocorrer no sábado, pelas 16h, e será dedicada ao comportamento, ao impacto da comunicação e como podemos de forma emocional impactar e consolidar a aprendizagem face a uma postura ambientalmente mais saudável.

#sustainablebrandsoceans #sboceans #sustainability #porto

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Webinar “Afinal o que é o Neuromarketing?”

Webinar “Afinal o que é o Neuromarketing?” 1400 1980 Julien Diogo

Se o comportamento muda, como não atualizar a interpretação dos conceitos de base da gestão, economia, marketing ou comunicação?

De modo a promover um espaço de reflexão e partilha, no próximo dia 4 de novembro terá lugar o Webinar Grátis “Afinal o que é o Neuromarketing?”, conduzido pelo CCO da ICN Agency, Julien Diogo.

A sessão será dinamizada via Hangout, sendo por isso importante a inscrição gratuita no evento, através do presente formulário.

Mais do que os atributos de um produto ou serviço, atualmente, o consumidor procura uma relação emocional, pela via do reconhecimento, recompensa, experiência, pelos simples factos de todos nós, enquanto ser vivo, sermos movidos pelas nossas emoções. A pergunta chave continua a ser como se relacionam as pessoas, o que sentem, e o que podemos promover na relação marca/consumidor, a Neurociência Aplicada é um enorme aliado nessa procura.

Estes e outros tópicos serão debatidos no webinar, conceitos, ferramentas, métricas, exemplos e Dicas para o participante aplicar.

A particularidade deste webinar reside ainda no facto de cada inscrito / participante ganhar um Voucher de 50€ a aplicar na inscrição no Master Course em Neuromarketing que terá lugar em Lisboa, no próximo mês de novembro 2019.

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Talk about NeuroBusiness by IPAP/ICN Agency

Talk about NeuroBusiness by IPAP/ICN Agency 1980 654 Julien Diogo

A ICN Agency em parceria com o IPAP organiza o Talk about NeuroBusiness – os benefícios da Neurociência Cognitiva Aplicada aos Negócios, e como todos ficam a ganhar de forma emocional com isso, a realizar em Aveiro, no Hotel Imperial no próximo dia 25 de outubro, pelas 19h.

Vivemos numa sociedade VUCA, onde a complexidade de comportamento e avanços tecnológicos são marcantes, urge assim identificar emoções e comportamentos e deixar o foco nos atributos dos produtos e serviços. Isto porque cerca de 95% dos pensamentos, emoções, aprendizagens e sentimentos que impulsionam as tomadas de decisões e os comportamentos de compra dos consumidores ocorrem na mente inconsciente.

Com este jantar/conversa “Talk about NeuroBusiness” visa-se combinar Neurociência Cognitiva ao mundo dos Negócios, estratégia, marketing e comunicação, procurando entender a ligação entre estes dois mundos.

Nesta experiência, o objetivo máximo será o de estimular os participantes para a importância e aplicação da neurociência no âmbito da estratégia empresarial e das suas diversas aplicações, desde da criação de produto, estratégia de preço, distribuição e comunicação.

Serão apresentadas Dicas, Casos Reais e ainda Reflexões que poderão ser aplicadas no dia-a-dia profissional das empresas.

Despertar um mind set diferenciador e inovador será a preocupação deste evento, que contará com o CEO e CCO da ICN Agency, Fernando Rodrigues e Julien Diogo, num evento organizado entre o IPAP, CATEC e a ICN Agency.

Para inscrições clique no icone abaixo

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Tecmaia recebeu ICN Agency

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Decorreu no dia 20 de setembro o evento “Potenciar Resultados”, no Forum Tecmaia, que contou com várias dezenas de participantes.

Como é que podemos melhorar o alcance do nosso produto? Teremos a melhor estratégia e estará ela de acordo com o nosso público-alvo? O que podemos fazer para melhor adequar o nosso serviço ao público-alvo? foram algumas das questões abordadas no evento.

Nesta iniciativa conjunta com a ICN Agency e a Graphithèque foram abordados conceitos de Estratégia, Comunicação, Neurociência Cognitiva Aplicada e Consumo.

A manhã ficou marcada pela presença do Diogo Vareta da Graphithéque, e Julien Diogo da ICN Agency, que abordaram os temas de forma prática e dinâmica.

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Será que o Sexy vende?

Será que o Sexy vende? 593 587 Julien Diogo

A ICN Agency, com Fernando Rodrigues, desenvolveu em São Paulo e Campinas o Minicurso “Será que o sexy vende? Como nosso cérebro vê a publicidade sexualizada”.

A iniciativa contou com a parceria da Inova Business School, levando à presença de mais de 40 pessoas ao curso em ambas as cidades.

“Os Homens e as Mulheres nascem 
com um “cérebro feminino” de base! Às 8 semanas de gestação existe um pico de testosterona, que queima algumas células dos “centros de comunicação” cerebral que estimulam o crescimento noutras áreas 
que regulam o sexo e a agressão.”, é por isso que tentar entender o comportamento dos homens e das mulheres é tão interessante, afirma Fernando Rodrigues.

O curso teve ainda como interesse perceber se o sexy vende, e para quem, e como, segundo o CEO da ICN Agency e formador neste curso “Os estímulos sexy levam a uma maior impaciência na escolha intertemporal entre recompensas monetárias, demonstrando assim o papel do circuito de decisões, podendo concluir que, os sujeitos com um sistema de recompensa mais sensitivo são mais suscetíveis ao efeito dos estímulos sexuais, que o efeito que generaliza as recompensas não monetárias, e a satisfação atenua o efeito a curto prazo…”.

Esta e outras iniciativas resultam da parceria entre a ICN Agency e a Inova Business School situada em Campinas e São Paulo, cujo o foco é a Inovação, Educação e Transformação.

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